Alunos solucionam problemas para indústrias do Paraná

Vem aí mais um Grand Prix de Inovação das Faculdades da Indústria

De 21 a 25 de outubro acontece mais uma edição do Grand Prix de Inovação promovido pelas Faculdades da Indústria. As empresas Renault e Weg irão propor nesta segunda-feira, o desafio aos alunos que terão até sexta-feira para desenvolver e apresentar as soluções. Serão 10 equipes de alunos dos cursos de Fabricação Mecânica, Automação Industrial, Engenharia de Energias, Engenharia Automotiva, Administração, Sistemas de Informação, Engenharia de Software e da pós-graduação em veículos híbridos e elétricos, das unidades CIC, Campus da Indústria e São José dos Pinhais.

A competição será realizada na CIC e terá como premiação a entrega de troféu e mil reais em capacitação para cada aluno da equipe, que poderão ser utilizados em cursos de extensão ofertados na CIC.

Sobre o Grand Prix de Inovação 

Quais os desafios enfrentados pelas indústrias paranaenses? Como desenvolver soluções inteligentes e inovadoras para resolver problemas? Para ajudar o setor de forma inovadora e assertiva, o Sistema Fiep, por meio das Faculdades da Indústria, promove o Grand Prix de Inovação, um serviço em formato de competição com base nos conceitos de inovação aberta, com equipes multidisciplinares. “O Grand Prix é desenvolvido em parceria com as indústrias que desejam buscar soluções, identificar talentos e se aproximar das mais novas tecnologias disponíveis no mercado”, afirma Alessandro de Castro, gerente da unidade do Sistema Fiep em São José dos Pinhais e diretor das Faculdades da Indústria.

O Grand Prix começa com um desafio proposto pela própria indústria. Os competidores usam metodologias e técnicas inovadoras para modelar um projeto que solucione a demanda. “Durante a competição, nossos alunos desenvolvem um protótipo, usando impressoras 3D, softwares de programação e microprocessadores. Eles têm como apoio a estrutura do Fab Lab da Indústria, que fica dentro das Faculdades da Indústria”, explica Alessandro.

Depois do desenvolvimento do protótipo, as equipes apresentam o projeto num pitch de cinco minutos para uma banca técnica que avalia a viabilidade e nível de inovação. Segundo Alessandro, o Grand Prix “promove a articulação entre os setores produtivos e geradores de conhecimento, contribuindo como agente de inovação aberta à sociedade”.

A Renault do Brasil é uma das empresas que participam ativamente do projeto. De acordo com Elizangela Gomes Camargo, coordenadora de Projetos de Inovação da Renault, a participação no Grand Prix “é uma grande oportunidade para complementar competências e pensar em alternativas de resolução de problemas e, para os jovens, uma forma de complementar a formação acadêmica, dando a eles um background prático para a teoria vista em sala de aula”.